Cada poeta é um Mundo//Cada Leitor é mais um visitante. A nossa passagem pela vida é apenas uma fase Mutante. (Silvino Dos Santos Potêncio - Emigrante Transmontano em Natal/Brasil desde 1979)
Silvino Potêncio - Emigrante Transmontano em Natal
Escrevemos hoje as nossas alegrias para aliviar as dores de um passado já distante!(SilvinoPotêncio)

Caros Amigos Visitantes e Leitores, em especial os meus Conterrâneos!  Sejam todos benvindos à minha página literária do RL (Recanto das Letras). - Vale lembrar aqui o provérbio popular que diz;   "Se o tempo é ouro, eu vos agradeço por dividirem o vosso aqui comigo"!
 A maioria dos meus Leitores, e muitos dos meus Conterrâneos, pouco ou nada sabem sobre mim, pois já estou na Emigração desde os meus 13 anos de idade quando saí da Aldeia de Caravelas pela primeira vez, lá pelos idos de 1962. Talvez por isso eu divulgo aqui nesta Minha Página Literária, alguns dos meus escritos que, de alguma forma alguns deles podem ser considerados como auto-biográficos. São textos  que dizem respeito às minhas origens Transmontanas. E alguns já estão publicados em livros da minha Autoria. Todos podem ser adquiridos via Internet, tanto que sejam livros impressos a enviar pelo correio, como os mesmos livros em PDF original.   Desde já, bem hajam todos pela leitura. 

                                            


Quem sou eu!?
 
Eu sou!?...  Eu sou aquilo que sou, 
E não aquele que querem que eu seja! 
Não me importa o ângulo por onde me veja... 
Foi Deus que disse; assim seja.  
Eu sou aquilo que sou, 
Aquilo que ninguém me fez ser.
Eu sou aquilo que sou e serei até morrer!
Foi Deus que disse; é este o Meu Querer.  
Não quero ser outro qualquer, 
Nem me façam ser de outro jeito...
Porque eu sou assim cá dentro do peito!
Foi Deus que disse; está feito.
Na alma e no coração...
Eu sou aquilo que eu sou, 
- E disso eu não abro mão,
E está encerrada a questão!
Foi Deus que disse; é este o teu condão.
Eu sou aquilo que eu sou, 
Enquanto o meu ser me sustenta,
Este corpo de cor incolor quase isenta...
Foi Deus que o disse; quando me deu água benta.
Transparente a todos vós, 
Trago genes dos meus avós, 
Que já passei aos meus filhos,
Foi Deus que mo disse; aqui tens os teus cadilhos.
- Iguais serão os meus Netos!
Que vão em busca dos trilhos, 
Que vivem o seu teorema,
A quem deixo este poema,
E em herança dos meus afetos.
Eu sou aquilo que sou...
E não aquilo que fui, nem aquilo que eu quis ser.
Já esqueci o passado... sou só eu aqui ao meu lado!
Foi Deus que me fez assim moldado. 
 
(in: “POEMAS DE ANGOLA” - Luanda anos 60 e 70) 
Autor: Silvino Potêncio – Emigrante Transmontano em Natal/Brasil
A genialidade é inimiga directa da publicidade,  e prima carnal da vaidade esvoaçante do ser humano que não pensa!, aquele  que apenas vive exdruxulamente  ao sabor da corrente que o leva em direcção ao nada do infinito terreno!
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Aprender a viver não é esperar a tempestade passar e sim aprender a dançar na chuva!.
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Aquilo que ontem era uma utopia, amanhã, por certo, será uma realidade, ainda que virtual.
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Cada Poeta é um MUNDO,  cada Leitor um visitante. A nossa passagem pela vida é apenas uma fase mutante!
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Nenhuma alteração no comportamento humano é fácil;  alimentar, educar,  disciplinar, administrar, orientar, governar e convencer,  nada!, nada no ser  humano se muda da noite p'ro dia! 

Autor: Silvino Dos Santos Potêncio - Emigrante Transmontano em Natal/Brasil