O tempo é ouro!... e por isso eu agradeço a todos, Amigos e Leitores, por dividirem o vosso aqui comigo. E acrescento um pensamento do meu Livro - O ouro é como o amor; mata quem o guarda e vivifica quem o dá. (Gibran Khalil Gibran)
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Silvino Potêncio - Emigrante Transmontano em Natal
Escrevemos hoje as nossas alegrias para aliviar as dores de um passado já distante!(SilvinoPotêncio)
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De: Silvino Potêncio >  Condecorações e Medalhas!...

O livro “O Senhor Comendador” é o quarto livro escrito pelo Excelso Amigo António Neto Guerreiro. Emigrante em São Paulo que me foi apresentado, já há alguns anos atrás por outro Grande Amigo meu,  o Escritor, Editor, Advogado Dr Vasco Dos Santos,  nascido em Alcafozes (Beira Baixa) porém conhecido na Comunidade “paulista” por “Alentejano”… sabe-se lá porquê?
- Mas esta coisa de apelidarmos quem está por perto é algo que já vem no DNA, quiçás desde o tempo dos “Extríminos” o primeiro povo de que temos conhecimento na formação do Povo Português da actualidade.
Mas hoje não venho aqui para vos falar das nossas origens como Portugueses, e sim das nossas sincrasiáticas emoções eternas de termos nascido na Terra de Viriato. Pessoalmente eu só fui conhecer as Terras de Viriato, séculos mais tarde lá pelos Altos Montes Hermínios entre a Extremadura Espanhola e a Extremadura Galico-Duriense – que são os extremos da Península Ibérica.
Na abertura desta obra o Amigo António Neto Guerreiro (e eu faço questão de mencionar mais uma vez esta amizade virtual porque nunca calhou de eu ir a São Paulo e o conhecer pessoalmente)  ele que publicou o seu primeiro livro já com quase 60 anos de idade e depois de ter criado Filhos e Netos,  nos mostra com plenitude e profundo conhecimento a Alma do Português Emigrante, dentro e fora das quatro linhas do Rectângulo Ibérico, ao qual eu costumo dissecar em corruptela ortográfica como sendo o real  “Recto Ângulo Luz & Tano” dos nossos dias.
Tal como dizia Leon Tolstoi “se queres pintar o universo, começa pela tua Aldeia” e O Senhor Comendador seguiu essa linha de pensamento e descreveu nesta obra uma pintura sui-generis. Vai desde os grandes feitos de Grandes Emigrantes fora do ninho materno que tiveram sucesso na vida até ao mais pobre desconhecido do grande público, mas não menos Nobre Cidadão do POVO que, muitas vezes, com vergonha de voltar ao lar sem nada de seu, ele se esfuma no infinito do desconhecimento geral de amigos e familiares que o viram partir da Aldeia onde nasceu.
Assim, logo de entrada, o autor afirma e eu concordo com ele em género numero e grau,  por experiência própria, o pensamento de uma boa maioria de nós emigrantes sejamos no Brasil, sejamos na Europa ou até nos confins da tão famosa “Taprobana” hoje chamada de Thailândia, todos fomos lembrados nesta obra e assim dizia o Senhor Comendador honestamente;
“Alguns deles ao ganharem uns tostões a mais,  não saberão controlar os seus instintos de vaidade”, os seus arrogos de riqueza e empáfia, nem medirão esforços para aparecerem na mídia, na televisão, nas redes sociais, para falarem nas emissoras de rádio, ou se deixarem fotografar para publicar em jornais e revistas da comunidade local e/ou distante exibindo um “Status” de opulência milionária, tantas vezes falsa, ilegalmente angariada sabe Deus como, quando e em que condições e fatalmente fugaz!...
Em complemento ao meu aprendizado ao ler “O Senhor Comendador” a maior decepção de uma grande maioria de nós se resume nisto:  O Escritor quando se predispôe a realmente sê-lo, ele se comporta como um autêntico franco-atirador; primeiro ele estuda o ambiente em redor, onde ele imagina o lugar aonde se vai desenrolar a ação daquilo que lhe vai na Alma e no seu espírito criador. Quem vai julgar o resultado da obra sempre será quem vai ler e da forma que o fizer!... porque ser escritor é dar a cara ao bofete de muitos leitores.
Cada um vai interpretar a seu modo porém eu acrescento que a eternidade de cada texto ou até de um livro, é a sequente futura ação do escritor que abriu o cenário com apenas uma letra, uma frase, uma ideia, um objectivo; divulgar a sua história real em forma de ficção literária.
Mais ainda, na minha condição de Emigrante e Ex Pastor Transmontano eu aprendi a fazer poemas ou, quem sabe? a escrever de forma poética as minhas conclusões ao ler livros deste calibre cujo autor tanto se assemelha a mim, aos meus pensamentos e ao de muitos milhões de Patrícios espalhados mundo afora.
Depois de ler esta obra eu deixo-vos uma simples estrofe tirada do meu Livro de “POESIAS SOLTAS”:

 
Eu não tenho curso superior,
Nem entrei em nenhuma faculdade!...
Porém hoje com a minha idade,
Todo o dia me sinto um Doutor,
Porque a vida assim o quis,... 
Fazer de mim o próprio Doutor Juiz!
Eu não tenho nem Prémios, e nem Loas...
Das muitas ações que eu já fiz na vida.
Mas guardo lembranças das muitas e boas,
E das más, só me resta uma grande ferida!
Natal: 15.06.2019
 
Silvino Potêncio
Enviado por Silvino Potêncio em 15/06/2019
Alterado em 15/06/2019
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